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Efêmero Refugio

Mentirosos - Saraiva
Autor: E. Lockhart 
Editora: Seguinte 
Páginas: 272 
Sinopse: Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence - neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos.
Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.
Com a enorme quantidade de pessoas lendo esse livro, fiquei curiosa e decidi lê-lo, sem noção de nada. E foi bem diferente do que eu esperava, justamente por essa falta de expectativa e pela surpresa em relação a história, o rumo que tomou. Assim, decidi falar o que achei dele, mesmo tendo ficado sem palavras para descrever essa leitura.
Bem-vindo, mais uma vez, à bela família Sinclair.
Acreditamos em exercícios ao ar livre. Acreditamos que o tempo cura.
Acreditamos, embora não digamos de maneira tão explícita, em remédios controlados e drinques antes do jantar.
Não discutimos nossos problemas em restaurantes. Não acreditamos em demonstrações públicas de angústia. Nosso lábio superior é rígido e é possível que as pessoas fiquem curiosas a nosso respeito porque não abrimos o nosso coração.
Uma das coisas que mais me fez chocar com o livro foi a “perfeição” da familia Sinclair e como, aos poucos, ela foi fragmentada com um fundo que levou a muito mais tragédia do que o leitor poderia esperar. A melhor prova disso? A protagonista, que parece tão quebrada como se algo faltasse, e, de certa forma, não entendemos o motivo, aumentando nossa angustia com essa situação.

Quanto a esse desenrolar, somos apresentados as memórias e quando achamos que finalmente compreendemos o enredo, algo novo surge e a quantidade de questionamentos aumenta, até que, aos poucos, os acontecimentos se interligam, explicando-se e solucionando-se.
Johnny é estalo, iniciativa e sarcasmo.
Mirren é açúcar, curiosidade e chuva.
Gat é contemplação e entusiasmo. Ambição e café forte.
Os mentirosos, em si, são personagens que valem pela história toda. Vivem, durante o verão, como se estivessem alheios ao resto do mundo, aproveitando bastante. Cada um com uma personalidade, cada um tendo um elo com Cadence, o que os torna ainda mais próximos do leitor. Adorei como todos os relacionamentos foram bem desenvolvidos e realistas, fazendo com que a situação se tornasse ainda mais verdadeira.

Quanto aos outros personagens, principalmente da família Sinclair, são tão humanos quanto qualquer um, por mais que tentassem mostrar uma figura de perfeição. As consequências do materialismo excessivo e dessa vida “ideal” deixa marca em todos, ainda, de certa forma, tornando-os pessoas melhores. 
Aja como uma pessoa normal, ela disse. Agora mesmo.
Porque você é. Porque você pode ser.
Com uma leitura fluída e bem rápida, deixando-nos angustiados para entender  o acidente e aquele verão misterioso, o final de Mentirosos foi o que mais me deixou sem palavras. Não poderia imaginar. Não estava pronta para aceitar aquela verdade, mas nem Cadence estava, então consegui sentir-me bem no lugar dela.
Deu para ver que gostei do livro, não é? Sim, sou muito mais uma leitura leve e agradável, da onde vou sair mais com risadas do que com o coração pesado, mas acho que valeu a pena e se você gosta desse tipo de história, grandes chances de gostar desse livro também. 
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Sinopse: Pode ser difícil se manter do lado certo da lei, mesmo para pessoas que trabalham nos regimes jurídicos. Koo Dong Chi (Choi Jin Hyuk) é um promotor que tem visões ideais do que é certo e errado e um forte desejo de ajudar a manter a lei e ordem. Trabalhando junto com o Promotor-Chefe Moon Hee Man (Choi Min Soo) e uma novata, Han Yul Moo (Baek Jin Hee), poderá Dong Chi prevalecer do lado da lei, mantendo seus colegas dentro de suas condutas rigorosas e levar criminosos à justiça? "Pride and Prejudice" é um drama sul-coreano de 2014, dirigido por Kim Jin Min.
Entre as coisas da minha meta de férias, Pride and Prejudice, foi um dorama que assisti sem expectativa e sem noção de qual seria o foco da sua história. E tive que vir falar com você sobre ele, já que acho que muitos iriam gostar bastante. Antes de tudo, queria esclarecer algo que a sinopse deve ter deixado claro: não tem nada a ver com a obra de Austen, por isso se estiver procurando por um remake coreano moderno de Orgulho e Preconceito, esse não é o seu dorama. Mas se procurar por uma história emocionante, com um mistério muito bem trabalhado, vale a tentativa.
 
Uma das coisas que pode ser estragar definitivamente um dorama são seus personagens principais e, em Pride and Prejudice, ambos foram consistentes e interessantes. Não chego a dizer que me apaixonei por nenhum dos dois, mesmo que eu adore o Choi Jin Hyuk (ator do Dong Chi), mas foram encantadores o suficiente para não me fazerem perguntar "Vocês dois não pensam? Coisa mais sem sentido!", o que já ajuda em muito para nos envolver na história.

Além disso, a consistência da atitude deles, assim como de tudo mais no k-drama, foi um ponto forte. Não é incomum encontrarmos histórias que as coisas acontecem repentinamente ou que os personagens agem sem pensar nas consequências. Aqui, não. Calculam bem e, mesmo quando se arriscam, tem uma finalidade por trás, não sendo só "atoa". Claro, são bem humanos, o que significa que erram as vezes também, mas nada imperdoável.
 
 
Aja bromance! Eu mal conseguia esperar para ver cenas com o Kang Soo, porque simplesmente o amei, com todo meu coração. Além de lindo (e bota lindo nisso), ele tinha todas as características para fazê-lo adorável, o que fazia com que, sempre que estava triste, meu coração partisse junto. Sinceramente, não sei se era melhor as cenas dele com o Chan, o menino de seis anos que eles a"adotaram", ou com o Dong Chi. De qualquer forma, nas duas, estava um amorzinho. 

Assim, mostrei os três principais. E a maneira como se relacionam, conhecem e os destinos se interlaçam é extremamente interessante. Além deles, os personagens secundários são muito bons. Desde os "vilões" que as vezes faz com que nos perguntemos se são realmente os caras maus, mas sempre surgindo algo novo. Até mesmo os outros promotores, que tem sua participação para lá de especial nos casos. 
 
Falando em secundários, o que falar desse casal para lá de diferente? Entre os tapas e beijos, literalmente, o relacionamento deles foi se desenvolvendo e acabou se tornando meigo, nos fazendo ficar curiosos para vê-los em outras cenas, já que as atitudes deles sempre eram imprevisíveis. 

Disso, já pego a brecha para falar de romances, que sim, teve. Talvez não em graaande quantidade, mas o suficiente para fazer com que nos interessamos pelos casais existentes. Eram bem realistas e pareciam mesmo saber com o que estavam lidando, mostrando o que queriam e não tendo uma enrolação desnecessária quanto ao seu relacionamento.
 
Houve algumas cenas de alivio da tensão constante que existia na série e eram sempre bem vindas, salvando as minhas unhas, preparando-nos para o que estava por vir com um coração mais tranquilo. Das adorabilidades do Chan, com as cenas no apartamento. Tudo isso aliviava do mistério e suspense que pendia constantemente ali.

E falando nele, enrolei, enrolei, mas tenho que bater palmas para a construção do enredo da série, em vários sentidos. O mistério e as investigações dos crimes eram interessantes, sempre bem detalhadas e bem feitas, o que trazia um ar de realidade, levando-nos a entrar cada vez mais para o universo do dorama. Houve algumas investigações que não se relacionavam com o mistério principal, mas ainda eram intrigantes e nos prendiam da mesma forma. 

Uma salva de palmas também para o Chief Moon, que teve uma atuação incrível. Eu amava e odiava o homem por isso, sem saber o que sentir, mesmo que suspeitasse desde o princípio dele. Sempre havendo uma surpresa, um novo fato que parecia só aumentar suas duvidas, até que tudo fosse esclarecido. 

O que nos leva ao final. Sinceramente? Não achei grande coisa, mas vai ver foi por ter visto tudo de uma vez. Tenho certeza de que, se tivesse acompanhado do começo, talvez sentisse mais. Tudo foi resolvido e até foi uma conclusão feliz, mas não fiquei exaltada de felicidade nem nada. Assim, um dorama que foi todo bem construído teve um final de acordo, no entanto, sem causar (pelo menos em mim) muita emoção. Não foi um desperdicio de tempo, mas também não foi o melhor dorama que vi, tendo feito valer a pena.
Finalizando com Kang Soo em seu momento "chuveiro/ trauma".
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Obsidiana - Saga Lux - Livro 1 - Saraiva

Autora:Jennifer L. Armentrout 
Editora: Entangled Teen (USA) | Valentina (Brasil, 2015) 
Páginas:292 
Sinopse: Começar de novo é uma porcaria.
Quando nos mudamos para West Virginia antes do último ano de curso, eu tinha me resignado ao sotaque engraçado, ter conexão de internet ruim e me cansar da vida monótona como uma ostra... até que eu vi meu vizinho sexy, alto e com impressionantes olhos verdes. As coisas finalmente pareciam estar melhorando.
E então ele abriu a boca.
Daemon é insuportável e arrogante. Nós não nos damos bem. Nada, nada bem mesmo. Mas quando um estranho me atacou e Daemon congelou o tempo, literalmente, com um movimento de sua mão ... Bem, algo aconteceu ... inesperado.
O sexy alienígena que vive do outro lado da rua.
Sim, você ouviu direito. Alien. Acontece que Daemon e sua irmã têm uma galáxia cheia de inimigos que querem roubar suas habilidades, e o toque de Daemon fez com que eu parecesse um daqueles sinais luminosos em Las Vegas. A única maneira de sair dessa viva é ficar colada a Daemon até que minha "luz" extraterrestre se apague.
Isso se eu não matar a Daemon antes, claro.
~Pode conter spoilers ~ 
Acho que essas férias estão servindo para eu me reencontrar novamente, poder me perder nas leituras como eu fazia há algum tempo e como estou dando sorte na escolha dos livros. Já tinha visto muitas pessoas comentarem sobre a série Lux e depois de ler alguns reviews no Goodreads - que comecei a usar, de verdade, recentemente - fiquei curiosa demais. Assim, peguei-o a noite e não consegui dormir até terminá-lo. E foi uma leitura muito agradável.
— Eu sempre achei que as pessoas mais bonitas, verdadeiramente bonitas por dentro e por fora, são as únicas que silenciosamente desconhecem seu efeito. — Seus olhos procuram os meus atentamente, e por um momento ficamos ali, de igual para igual — Aqueles que vangloriam-se de sua beleza, não valorizam o que tem? Sua beleza está apenas de passagem. É apenas uma concha escondendo nada além de sombras e um vazio.
Quando comecei a ler o livro, como já tinha lido a sinopse, estava esperando algo bem clichê. Afinal, quem nunca leu um livro que a mocinha humana se depara com um ser sobrenatural? Confesso, até, que a vibe me lembrou um pouco Crepúsculo, o que esqueci conforme fui mergulhando na história. Só que fui surpreendida com uma história que tem personagens bem interessantes e suas criaturas sobrenaturais bem inovadoras. 
Parando em uma das mesas vazias, deixei escapar um pequeno suspiro de felicidade. Eu sempre era capaz de me perder na leitura. Os livros eram uma fuga necessária sempre que eu queria parar de pensar.
Um motivo para amar o livro, logo de cara? Katy, a personagem principal. Leitora e blogueira. Estava pedindo para eu amá-la, só pode. Além disso, ela tem muita atitude e não se deixa intimidar momento algum, o que me fez, em muitos momentos, dar pulinhos de orgulho e (cof) soltar uns "arrasou, garota!". Talvez seja porque o livro é narrado por ela, mas foi muito fácil me conectar com ela e com o que ela pensava. 
Depois da cena do macarrão...
Tem também a questão "alienígena", que podemos levar em conta. Não tenha nada contra aliens, contanto que não desejem fazer experimentos com nossos orgãos (ugh). Assim, fui de cabeça bem aberta para como eles seriam tratados nessa história e adorei. Os Luxen são seres de luz, literalmente, sendo que tem capacidade de fazer várias coisas, tais como cura, metamorfosear, ler auras, entre outras. Geralmente eles tem afinidade para ser muito bom em uma (sendo justos, pelo menos). Os Arum, inimigos naturais dos Luxen, são seres de sombra e vieram até a Terra, buscando os Luxe para tirar seus poderes, o que acaba matando-os. Legal, não é? Principalmente se tiver um pouco de criatividade para imaginar os dois (ou assistir muitos shows com aliens, também pode ajudar). 
Então, o idiota tinha um nome. Daemon, parecia adequado. E, claro, sua irmã seria tão atraente quanto ele. Por que não? Bem-vindo a Virginia do Oeste, a terra de modelos perdidos.
Agora, falei o que poderia fazer vocês gostarem de cara. Que tal falar o principal motivo? E deve ser meio óbvio. Daemon. Que personagem masculino dos deuses (do espaço?), sinceramente. Não é só questão do físico perfeito (o que pode ajudar), mas também da personalidade. Claro, ele é um idiota na maior parte do tempo as vezes, mas consegue ser tão sedutor, encantador e apaixonante que não pude fazer nada se não me apaixonar. 

O romance dos dois foi muito bem feito, do meu tipo preferido  - simplesmente  amo casais que tem relacionamento ódio-amor -, principalmente porque foi algo construído e não um amor a primeira vista, como poderia se supor. Faz com que fiquemos ansiosas por mais cenas deles juntos, frustradas com algumas e rindo de outras. Tem coisa melhor? 
— Por que você é tão idiota? — As palavras saíram antes que eu pudesse pensar duas vezes.
— Todo mundo tem que se destacar em alguma coisa, né?
— Bem, você está fazendo um ótimo trabalho. 
image
Tem alguns personagens que vale a pena citar, como Dee, irmã de Daemon, que no começo achei um pouco irritante, mas acabei gostando bastante dela, ao entender melhor sua atitude. Todos os outros Luxen, que são um pouco "revoltados" com Katy, mas no fundo não são tão maus assim. 

Assim, a história toda foi muito bem feita e teve um final bem interessante, deixando-me curiosa para o próximo, o qual só não li porque falei que terminaria primeira temporada de  Grimm primeiro. O livro será lançado aqui no Brasil ano que vem pela Editora Valentina e o que podemos fazer, por agora, é só esperar sair aqui pra fazer uma releitura em português. 
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Autora: Kaoru Ichinose
Sinopse: É o início do ensino médio, e Kako decide "produzir" seu amigo de infância, Kousei, de modo queele pode se tornar um ídolo da escola tendo boa aparência e sendo popular. Ela se indpirou em Lawrence,um personagem de um mangá que ela gosta, mas como transformação Kousei torna-se um enorme sucessoe ele estende seu novo personagem para além do que ela pede, o que Kako vai fazer? Será que ela vai encontrar-se deixada para trás na esteira de sua popularidade recém-encontrada? 
Um mangá que estava incluso na minha meta de férias e que, na falta do que fazer, devorei a história em uma madrugada. Com vários motivos para ter gostado, acho que tive vários surtos fangirls - e quem me tem nas redes sociais, percebeu isso - enquanto lia. 

Bom, sem mais enrolação, começarei falando do porque me prendi tanto na história. Para quem já tem o hábito de ler shoujos, sabe que geralmente tem a história do menino popular que aí, por alguma situação, conhece uma garota aparentemente comum e, a partir disso, tudo muda. Nessa história, não é assim e eu AMEI isso.

Kousei e Kako são amigos de infância, o que dá um plano de fundo muito lindo para a amizade deles. Quando tinha flashbacks de quando eles eram crianças, faltava ter ataque de fofura, porque ambos são tão meigos. Dá pra sentir a amizade deles, o motivo porque fazem tudo que fazem, e isso é o melhor de tudo, nessa história toda. Além disso, os personagens dos dois são muito interessantes, o que já é meio caminho andado. 
Mishounen produce [ Country Bump 1 & 2 c; ]
Se você for esperando romance logo de cara, acho melhor te avisar que não é bem assim. Tem sim, romance, mas senti que a amizade deles, de certa forma, era mais importante e talvez por esse motivo não ficou algo "na cara" logo no começo. Claro, isso não significa que eles não tenham umas cenas que nos façam surtar (porque tem sim, muitas), mas é tudo na base da provocação e nunca temos certeza de nada. 

Outro motivo óbvio para gostar da história: Yagami Kousei. QUE PERSONAGEM MARAVILHOSO. Gostei dele "príncipe", sexy, selvagem (Tarzan feelings) ou como for. Conquistou totalmente e foi o tipo de personagem que não desprezou a mocinha para que ela gostasse dele ou algo assim. Preocupava-se com ela e deixava isso nítido. 
Mishounen Produce  Mishounen Produce
Tem a questão do trabalho dele no showbusiness e acho que mostraram muito bem, apesar de não terem dado 100% de foco. E a suposta rivalidade dele com Tomoe foi uma coisa incrível de se ler, porque depois se mostrou algo com fundamento e não simplesmente "quero te odiar, vamos ser rivais".  Os outros personagens secundários que foram chatinhos também cumpriram bem o papel e com bom sentido. 

Um detalhe que eu não poderia deixar de fora: que arte linda, desse mangá. Sério. Babei, simplesmente. Sou bem exigente quanto a isso, porque se é pra sentir a beleza dos personagens e essas coisas, a arte tem que estar de acordo e, nesse caso, foi isso que aconteceu. 

Li o mangá em inglês por força do hábito, mas tem online aqui e quem procurar, também acha para download. Uma boa história para passar o tempo e ter mais um personagem para se apaixonar, definitivamente. Por isso, totalmente recomendado. 
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Autora: Cassandra Clare 
Editora:Galera Record 
Páginas: 288 
Sinopse: A Clave tem o prazer de anunciar a mais nova edição no mais antigo e famoso manual dos Nephilim: o Shadowhunters’ Codex. Desde o século XIII, o códex vem sendo o mais jovem amigo de todo Caçador de Sombras. Quando você está cercado por demônios, é muito fácil esquecer os pontos mais obscuros da linguagem demoníaca ou a maneira mais rápida de parar um ataque de demônios Raum. Com o códex, entretanto, você nunca vai precisar se preocupar.
Pouco tempo depois de terminar Cidade do Fogo Celestial, já estava pensando como seria ficar sem esses personagens que acompanhei por muito tempo. Eis que o Codex surgiu como uma solução magnifica, já que, além do conteúdo dos monstros, também tinha os comentários de Jace, Simon e Clary. Ganhei o livro de presente de aniversário e logo fui conhecer melhor o mundo das Sombras, criado por Cassandra Clare.
 
Confesso que quanto ao conteúdo, não é um dos mais intrigantes, já que muita coisa aprendemos com os livros de Instrumentos Mortais e outras é um conhecimento que as várias histórias de criaturas sobrenaturais já haviam me ensinado, só que como era o ponto de vista especifico da Clave e dos Caçadores de Sombras, dá para acompanhar e descobrir mais detalhes sobre tudo isso. 
Claro que o que mais adorei no livro todo foram os comentários e notas deixados pelos personagens que tanto amo. Conforme você ia acostumando de quem era a letra, ficava ainda mais fácil acompanhar e entrar de cabeça naquilo. 
Mesmo Simon não sendo particularmente o meu favorito, confesso que ele foi extremamente engraçado nos comentários que fazia. 
Além dos finais dos capítulos que sempre tinha uma dose boa dos personagens, o começo do seguinte sempre tinha um desenho magnifico de "capa". Ilustrações foram, certamente, outro ponto forte desse livro. 
E as notas e ilustrações poderiam ser encontrados em muitos cantos.
Assim, serviu ao proposito de matar a saudade. O Codex é aquele tipo de livro que realmente precisa ter em mãos, tanto porque ele é lindo, com uma capa incrível e até a contracapa arrasando, mas porque faz você se sentir como se estivesse realmente incluído no mundo dos Caçadores das Sombras, o que é incrível. 
Sei que geralmente escrevo mais e não sou de tirar fotos dos livros, mas precisava mostrar como o livro é maravilhoso para que entendessem o meu motivo pelo qual o desejei. Acho que fiz um bom trabalho, para uma primeira vez, não é? 
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Sobre a Autora

Estudante de Direito, 20 anos, Mineira.
Leitora desde que se entende por gente, adora fantasia e romance, mas não deixa de lado o suspense e terror. Além disso, assídua por filmes novos e, pra falar a verdade, gosta e vê todo tipo de mídia, de anime, mangá, dorama até gameplay de jogos que ela claramente não vai jogar bem.

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