• Home
  • About
  • Contact
    • Category
    • Category
    • Category
Tecnologia do Blogger.

Efêmero Refugio

AVISO! Essa é uma resenha em que me declaro amante de uma mariposa
Aos que me conhecem, não entrem em pânico. Não é o inseto de verdade, obviamente. No dia que eu deixar de sentir medo desses seres perseguidores e horripilantes, podem saber: algo está errado. No caso, foi sobre um personagem. Mas aposto que tinham adivinhado isso...

Sem mais enrolações, vim falar de Splintered, uma série (trilogia, saga?) cujos livros li faz um tempinho, só que o encanto foi tão grande que até hoje, após algumas leituras, não consigo me esquecer dos personagens, nem do mundo criado por A.G. Howard. Não fazem ideias de qual livro estou falando? Tenho certeza que em algum momento, em uma livraria (ou no supermercado, como no meu caso) tinha aquele livro com uma capa TCHAN e justamente... As capas são lindas, como vocês podem ver.
Li ambos da imagem acima, assim como A Mariposa no Espelho, que seria uma história avulsa situada entre os acontecimentos dos dois livros. De qualquer forma, como essa resenha será até Atrás do Espelho, tomarei todo o cuidado possível para não soltar nenhum spoiler, mas não posso garantir totalmente, então, estejam cientes, ok?

A história utiliza-se do universo de Carroll. Não é nada super novo, porque tenho certeza que já leram outras histórias com a mesma ideia (e tem aquele filme, que foi bem incrível nisso também). Porém, o que fez com que a história se tornasse tão maravilhosa foi que parecia o contrário. Que todo esse universo veio primeiro e a Alice que conhecemos, veio depois. E eis aí a mágica..

Na história, há um contraste claro entre dois tipos de seres. Os humanos, que nem por isso são bonzinhos, sendo que a própria Alyssa, a mocinha do livro, não é uma santa e toma certas atitudes pouco éticas. E os seres do Pais das Maravilhas. E esses, meus amigos e amigas, foram impressionantes. Eram quem eram, felizes assim e sem intenção de mudar. Impiedosos, instintivos e muito espertos. 
Ok, talvez seja melhor começar apresentando os personagens. Há Alyssa, a "mocinha". De alguma forma, esse termo me incomoda quando aplicado a ela, justamente por ela ter tomado umas atitudes que a tiram daquele esteriótipo personagem-honrada-perfeita-não-faz-nada-errado. E, de certa forma, ela me conquistou dessa forma. E a transformação que passa é bem clara, de uma garota confusa e perdida para uma mulher bem decidida. 
“Ás vezes penso que não estou sozinha em minha própria cabeça, que há parte de outra pessoa lá dentro, alguém que me incita a seguir além dos limites.”
Além disso, tem Jeb. O elfo foi referência a ele, porque foi minha esperança durante todo esses livros, para ver se ele se tornava mais cativante. Não que ele não fosse um amorzinho. Porque ele era, totalmente. Só que meio a tanta magia, tanta coisa impressionante, ele foi, para mim, um pouco ofuscado. Admiro-o como pessoa por suas atitudes, porém não o suficiente para ficar torcendo para ele.

Enquanto isso, aparece Morfeu... E, queridos, esse sim foi impressionante. Não foi nada a primeira vista. Ele é bem irritante e manipulador em certas situações, o que me deixou bem com vontade de dar uns tapas na cara dele para ver se virava gente —  o que não ia funcionar, porque ele não é gente. Só que Morfeu acaba crescendo dentro de nós. Aos poucos. Ocupando seu espaço. E quando li A Mariposa do Espelho, o encanto se concretizou de vez.


Em O Lado Mais Sombrio, somos introduzidos a esse mundo de forma mais sutil, preparando-nos, encantando-nos. Algumas pontas parecem ficar soltas, mas nada que comprometa a leitura. O final é um baita de um plot twist inesperado, já que, com exceção de certas pistas indecifráveis, não haveria modo de adivinhar o que estava por vir (e amei cada segundo disso). 

Já Atrás do Espelho... Foi o que me arrebatou de vez. Já conhecemos o País das Maravilhas, seus personagens e o funcionamento do lugar, então essas sutilezas puderam ser deixadas de lado para finalmente embarcarmos em uma aventura incrível. Todo personagem existe ali por algum motivo. Até mesmo os pais de Alyssa tem uma função de verdade na história, não estando lá só para existir. E, cara, que função!

Estou aguardando ansiosamente a oportunidade de ler o terceiro livro para saber o que aconteceu, pois o final me deixou bem aflita. Ah! E nessa leitura, tive até uma playlist. Ouvi acompanhada, em sua maior parte, de The Weeknd, mas duas músicas se destacam quanto a me lembrar da história: High for This e Wicked Games. Compensa totalmente parar pra ouvir! Assim como tirar um tempinho para ler essa história impressionante. 

"Eu sou louca, e aceito isso. A loucura faz parte do meu legado."

Classificação:  
Sinopse: Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas.
Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer.
Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real - o superprotetor Jeb -, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas.
Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa...  
Editora: Novo Conceito  
Skoob


PS: A vibe meio "Alice louca" me lembrou de um jogo, Alice Madness Returns. Vale conferir também. Já parei para jogar uma vez, porém sou tão ruim que desisti no meio do caminho. 
Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários
Era uma vez, uma jovem garota em busca de um livro para ler e que, coincidentemente, achou um livro chamado Meu Romeu. Começou a lê-lo sem muitas expectativas, já que não sabia nada sobre a história, mas se surpreendeu e quando viu, foi capturada completamente e só conseguiu parar ao terminá-lo. 

Basicamente esse é o resumo do que aconteceu. Poderia terminar por aí, mas o livro é simplesmente incrível e senti uma necessidade forte de resenhá-lo. Apesar de não fugir de um clichê e, como o próprio nome indica, ser um romance, a história é surpreendentemente envolvente e... É "wow", mesmo assim. 
Quero atuar porque não sei realmente quem eu sou, então sinto alívio em ser outras pessoas.
Essa foi a resposta de Cassie quando foi perguntada o motivo de gostar de atuar, ao passar por um processo de seleção para uma faculdade renomada. Já dá pra ter uma ideia que é um tipo de personagem bastante identificável, por vários motivos. O modo como ela tenta se adaptar a um ambiente, como tenta agradar a todos, faz com que seja uma personagem extremamente simpática, apesar de, inicialmente, parecer irritante.

No entanto, ela não é só isso. Tem um quê especial que a diferencia daquelas personagens songas, sem sal e sem um pingo de personalidade que é bem comum encontrarmos. Apesar da tendência de agradar ser mais forte em alguns momentos, quando o assunto é Ethan, isso parece sumir completamente e ela se torna cheia de opinião. Além disso, a garota é bem direta nas suas vontades, se é que me entendem, e achei bem divertido como ela não faz drama sobre o que quer. 
Às vezes as pessoas constroem muros, não apenas para manter os outros fora, mas para ver quem se importaria o bastante para destruí-los. Entendeu?
Aproveitando que o citei, vamos falar do mocinho... Ethan Holt. Ele é o cara lindo, maravilhoso, perfeito e, como não pode faltar, cheio de complicações e traumas do passado. Apesar dele ter uma personalidade bem complicada — quando digo isso, estou sendo eufêmica — consegue nos conquistar ao pouco, tanto que, ao final, entendemos e queremos envolvê-lo com um abraço bem forte e pegar pra cuidar pra sempre. Claro, os vai-e-vem são irritantes, sim, mas desde o inicio ele avisou e isso meio que não prepara o nosso coração. 

Sobre o relacionamento deles... Apesar de parecer um pouco assim:
Consegue nos convencer, de verdade. Eles se completam e são cheios de intensidade, não só física quanto emocional. Ele a faz a querer mais. Ela o impulsiona a se abrir. É um relacionamento com algumas conturbações e não necessariamente de um casal perfeito, mas ainda assim, parecem feitos um para o outro. 
Pode nos juntar todos numa pilha inútil, hein? Quer mesmo viver num mundo sem cores? Sem música? Sem entretenimento? Você percebe que a raça humana teria implodido se isso tivesse acontecido, né? Cada cultura no mundo tem arte. Todas elas. Sem isso, os humanos seriam um bando de psicóticos primitivos cuja única compulsão seria comer, trepar e matar. Mas arte não tem importância, né?
Além do romance em si, achei incrível como a arte, a atuação, são tratadas. Não sou uma assídua com teatros, nem nada do tipo, mas acho extraordinário. E esse trecho que separei é simplesmente tão... Excepcional. Quase me faltaram palavras para descrever. Posso ser suspeita para falar, mas acho que seria aconteceria justamente o que Ethan disse. Ainda que a ciência traga o desenvolvimento, a arte mantém nossa sanidade (filosofei, nossa). 

O livro é super fluído e varia entre o presente e o passado, o que vai explicando um pouco o relacionamento dos dois. Os outros personagens são bem interessantes, servem aos papeis, mas são realmente o que são: coadjuvantes da peça principal que é Ethan e Cassie. Para terem noção do quanto a leitura me prendeu, mesmo com sono, eu quase não consegui largar o livro e, quando o fiz, foi a contra gosto, porque tinha que acordar cedo algumas horas depois. 

O final foi bem... É, normal. Descobri, antes de terminar, que eram dois livros que contavam a história e, por como terminou, acho que daria muito bem se colocassem em um livro só. No entanto, quem sou eu para reclamar? Estou louca para ler Minha Julieta, onde os papeis, ISSO MESMO, vão se inverter. Agora é só esperar e sofrer ter muito amor no coração enquanto isso. 

Classificação: 

Sinopse: Cassie está prestes a realizar o grande sonho: estrelar um espetáculo na Broadway. O que ela não esperava era ter que enfrentar o reencontro com o ex-namorado, que será novamente protagonista ao seu lado, em uma peça cheia de romance e cenas quentes. Trabalhar com Ethan traz o passado à tona, e lembra a Cassie que o que existe entre eles vai muito além de simples química. 
Editora: Globo Livros   
Skoob  
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários

Um filme que todo mundo estava esperando ansiosamente ou, pelo menos, com um pouco de curiosidade. Afinal, quem nunca assistiu Jurassic Park? (Conheço pessoas, mas vamos levar em conta a maioria). E ver dinossauros em 3D, com todos os efeitos maravilhosos que a modernidade pode oferecer... Não tem preço, não é? (Só o do bilhete do cinema).

Ainda assim, confesso que não estava lá muito animada quando combinei com meus amigos de ir ver o filme. O motivo? Senta que lá vem história... Sempre fiquei um pouco animada assistindo aos filmes de Jurassic Park, porque meio que entrava na história, empolgava com as fugas e morria do coração com cada susto. A situação era tão acentuada que sonhos de dinossauros não eram incomuns (mesmo meses depois de ter visto algum filme). Caso estejam se perguntando, foi tudo tranquilo dessa vez, apesar de eu ter ganhado alguns "fica quieta, Vitória" nos momentos mais tensos. Só que o filme passa numa vibe bem tranquila e é por aí que eu queria começar...
jurassic world indominus rex - Szukaj w Google
Booh! Te assustei?
Para quem estiver esperando um filme com dinossauros toda hora, aquela mesma ação, emoção e tensão, recomendo que diminua um pouco tais expectativas. Tem sim uma quantidade considerável delas, alguma das quais quase quebrei minha garrafa no meio, mas boa parte é mais da interação dos personagens e mostrando o Jurassic World. As cenas do parque eram incríveis, porque a fotografia do filme estava linda e os gráficos ainda mais. Não fui totalmente fã de como guiaram todo o drama familiar, mas nada contra, também. 

Uma outra coisa que me incomodou um pouco foi a distinção entre Claire e Owen. Não sei se foi a atriz, ou o roteiro da personagem, mas Claire não me fez sentir nem um pouco de empatia. Foi perceptível a tentativa de mostrar um amadurecimento emocional, mas pareceu forçado demais e parecia mais que só tinham a colocado ali para causar problemas e ser o par romântico de Owen. E, obviamente, correr mais rápido que um dinossauro USANDO SALTO ALTO. Enquanto isso, Owen foi todo carismático, heroico, treinando dinossauros (algo que chamou bastante atenção) e tudo que ele fazia parecia certo. Por que essa diferença me incomodou tanto? Acredito que possam imaginar.
Chris Pratt | via Tumblr
Ainda assim, acho Chris Pratt fabuloso. O homem é demais!
De uma forma geral, a história foi interessante, apesar de uma certa enrolação no inicio, tudo pareceu fluir bastante depois. Achei um máximo a participação de alguns atores, como a Katie McGrath (Morgana ♥) e o Jake Johnson (quase parecendo com o Nick). E o final... O final foi incrível, quase gritei de animação com o que aconteceu. Enfim, Jurassic World é um filme que se você está indo pela emoção de belos gráficos em 3D, vale totalmente a pena. Só cuidado com os sonhos depois, ok? Não diga que eu não avisei.

Ainda acho que preferia ter assistido Minions.
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Mentirosos - Saraiva
Autor: E. Lockhart 
Editora: Seguinte 
Páginas: 272 
Sinopse: Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence - neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos.
Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.
Com a enorme quantidade de pessoas lendo esse livro, fiquei curiosa e decidi lê-lo, sem noção de nada. E foi bem diferente do que eu esperava, justamente por essa falta de expectativa e pela surpresa em relação a história, o rumo que tomou. Assim, decidi falar o que achei dele, mesmo tendo ficado sem palavras para descrever essa leitura.
Bem-vindo, mais uma vez, à bela família Sinclair.
Acreditamos em exercícios ao ar livre. Acreditamos que o tempo cura.
Acreditamos, embora não digamos de maneira tão explícita, em remédios controlados e drinques antes do jantar.
Não discutimos nossos problemas em restaurantes. Não acreditamos em demonstrações públicas de angústia. Nosso lábio superior é rígido e é possível que as pessoas fiquem curiosas a nosso respeito porque não abrimos o nosso coração.
Uma das coisas que mais me fez chocar com o livro foi a “perfeição” da familia Sinclair e como, aos poucos, ela foi fragmentada com um fundo que levou a muito mais tragédia do que o leitor poderia esperar. A melhor prova disso? A protagonista, que parece tão quebrada como se algo faltasse, e, de certa forma, não entendemos o motivo, aumentando nossa angustia com essa situação.

Quanto a esse desenrolar, somos apresentados as memórias e quando achamos que finalmente compreendemos o enredo, algo novo surge e a quantidade de questionamentos aumenta, até que, aos poucos, os acontecimentos se interligam, explicando-se e solucionando-se.
Johnny é estalo, iniciativa e sarcasmo.
Mirren é açúcar, curiosidade e chuva.
Gat é contemplação e entusiasmo. Ambição e café forte.
Os mentirosos, em si, são personagens que valem pela história toda. Vivem, durante o verão, como se estivessem alheios ao resto do mundo, aproveitando bastante. Cada um com uma personalidade, cada um tendo um elo com Cadence, o que os torna ainda mais próximos do leitor. Adorei como todos os relacionamentos foram bem desenvolvidos e realistas, fazendo com que a situação se tornasse ainda mais verdadeira.

Quanto aos outros personagens, principalmente da família Sinclair, são tão humanos quanto qualquer um, por mais que tentassem mostrar uma figura de perfeição. As consequências do materialismo excessivo e dessa vida “ideal” deixa marca em todos, ainda, de certa forma, tornando-os pessoas melhores. 
Aja como uma pessoa normal, ela disse. Agora mesmo.
Porque você é. Porque você pode ser.
Com uma leitura fluída e bem rápida, deixando-nos angustiados para entender  o acidente e aquele verão misterioso, o final de Mentirosos foi o que mais me deixou sem palavras. Não poderia imaginar. Não estava pronta para aceitar aquela verdade, mas nem Cadence estava, então consegui sentir-me bem no lugar dela.
Deu para ver que gostei do livro, não é? Sim, sou muito mais uma leitura leve e agradável, da onde vou sair mais com risadas do que com o coração pesado, mas acho que valeu a pena e se você gosta desse tipo de história, grandes chances de gostar desse livro também. 
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Sinopse: Pode ser difícil se manter do lado certo da lei, mesmo para pessoas que trabalham nos regimes jurídicos. Koo Dong Chi (Choi Jin Hyuk) é um promotor que tem visões ideais do que é certo e errado e um forte desejo de ajudar a manter a lei e ordem. Trabalhando junto com o Promotor-Chefe Moon Hee Man (Choi Min Soo) e uma novata, Han Yul Moo (Baek Jin Hee), poderá Dong Chi prevalecer do lado da lei, mantendo seus colegas dentro de suas condutas rigorosas e levar criminosos à justiça? "Pride and Prejudice" é um drama sul-coreano de 2014, dirigido por Kim Jin Min.
Entre as coisas da minha meta de férias, Pride and Prejudice, foi um dorama que assisti sem expectativa e sem noção de qual seria o foco da sua história. E tive que vir falar com você sobre ele, já que acho que muitos iriam gostar bastante. Antes de tudo, queria esclarecer algo que a sinopse deve ter deixado claro: não tem nada a ver com a obra de Austen, por isso se estiver procurando por um remake coreano moderno de Orgulho e Preconceito, esse não é o seu dorama. Mas se procurar por uma história emocionante, com um mistério muito bem trabalhado, vale a tentativa.
 
Uma das coisas que pode ser estragar definitivamente um dorama são seus personagens principais e, em Pride and Prejudice, ambos foram consistentes e interessantes. Não chego a dizer que me apaixonei por nenhum dos dois, mesmo que eu adore o Choi Jin Hyuk (ator do Dong Chi), mas foram encantadores o suficiente para não me fazerem perguntar "Vocês dois não pensam? Coisa mais sem sentido!", o que já ajuda em muito para nos envolver na história.

Além disso, a consistência da atitude deles, assim como de tudo mais no k-drama, foi um ponto forte. Não é incomum encontrarmos histórias que as coisas acontecem repentinamente ou que os personagens agem sem pensar nas consequências. Aqui, não. Calculam bem e, mesmo quando se arriscam, tem uma finalidade por trás, não sendo só "atoa". Claro, são bem humanos, o que significa que erram as vezes também, mas nada imperdoável.
 
 
Aja bromance! Eu mal conseguia esperar para ver cenas com o Kang Soo, porque simplesmente o amei, com todo meu coração. Além de lindo (e bota lindo nisso), ele tinha todas as características para fazê-lo adorável, o que fazia com que, sempre que estava triste, meu coração partisse junto. Sinceramente, não sei se era melhor as cenas dele com o Chan, o menino de seis anos que eles a"adotaram", ou com o Dong Chi. De qualquer forma, nas duas, estava um amorzinho. 

Assim, mostrei os três principais. E a maneira como se relacionam, conhecem e os destinos se interlaçam é extremamente interessante. Além deles, os personagens secundários são muito bons. Desde os "vilões" que as vezes faz com que nos perguntemos se são realmente os caras maus, mas sempre surgindo algo novo. Até mesmo os outros promotores, que tem sua participação para lá de especial nos casos. 
 
Falando em secundários, o que falar desse casal para lá de diferente? Entre os tapas e beijos, literalmente, o relacionamento deles foi se desenvolvendo e acabou se tornando meigo, nos fazendo ficar curiosos para vê-los em outras cenas, já que as atitudes deles sempre eram imprevisíveis. 

Disso, já pego a brecha para falar de romances, que sim, teve. Talvez não em graaande quantidade, mas o suficiente para fazer com que nos interessamos pelos casais existentes. Eram bem realistas e pareciam mesmo saber com o que estavam lidando, mostrando o que queriam e não tendo uma enrolação desnecessária quanto ao seu relacionamento.
 
Houve algumas cenas de alivio da tensão constante que existia na série e eram sempre bem vindas, salvando as minhas unhas, preparando-nos para o que estava por vir com um coração mais tranquilo. Das adorabilidades do Chan, com as cenas no apartamento. Tudo isso aliviava do mistério e suspense que pendia constantemente ali.

E falando nele, enrolei, enrolei, mas tenho que bater palmas para a construção do enredo da série, em vários sentidos. O mistério e as investigações dos crimes eram interessantes, sempre bem detalhadas e bem feitas, o que trazia um ar de realidade, levando-nos a entrar cada vez mais para o universo do dorama. Houve algumas investigações que não se relacionavam com o mistério principal, mas ainda eram intrigantes e nos prendiam da mesma forma. 

Uma salva de palmas também para o Chief Moon, que teve uma atuação incrível. Eu amava e odiava o homem por isso, sem saber o que sentir, mesmo que suspeitasse desde o princípio dele. Sempre havendo uma surpresa, um novo fato que parecia só aumentar suas duvidas, até que tudo fosse esclarecido. 

O que nos leva ao final. Sinceramente? Não achei grande coisa, mas vai ver foi por ter visto tudo de uma vez. Tenho certeza de que, se tivesse acompanhado do começo, talvez sentisse mais. Tudo foi resolvido e até foi uma conclusão feliz, mas não fiquei exaltada de felicidade nem nada. Assim, um dorama que foi todo bem construído teve um final de acordo, no entanto, sem causar (pelo menos em mim) muita emoção. Não foi um desperdicio de tempo, mas também não foi o melhor dorama que vi, tendo feito valer a pena.
Finalizando com Kang Soo em seu momento "chuveiro/ trauma".
Share
Tweet
Pin
Share
2 comentários
Obsidiana - Saga Lux - Livro 1 - Saraiva

Autora:Jennifer L. Armentrout 
Editora: Entangled Teen (USA) | Valentina (Brasil, 2015) 
Páginas:292 
Sinopse: Começar de novo é uma porcaria.
Quando nos mudamos para West Virginia antes do último ano de curso, eu tinha me resignado ao sotaque engraçado, ter conexão de internet ruim e me cansar da vida monótona como uma ostra... até que eu vi meu vizinho sexy, alto e com impressionantes olhos verdes. As coisas finalmente pareciam estar melhorando.
E então ele abriu a boca.
Daemon é insuportável e arrogante. Nós não nos damos bem. Nada, nada bem mesmo. Mas quando um estranho me atacou e Daemon congelou o tempo, literalmente, com um movimento de sua mão ... Bem, algo aconteceu ... inesperado.
O sexy alienígena que vive do outro lado da rua.
Sim, você ouviu direito. Alien. Acontece que Daemon e sua irmã têm uma galáxia cheia de inimigos que querem roubar suas habilidades, e o toque de Daemon fez com que eu parecesse um daqueles sinais luminosos em Las Vegas. A única maneira de sair dessa viva é ficar colada a Daemon até que minha "luz" extraterrestre se apague.
Isso se eu não matar a Daemon antes, claro.
~Pode conter spoilers ~ 
Acho que essas férias estão servindo para eu me reencontrar novamente, poder me perder nas leituras como eu fazia há algum tempo e como estou dando sorte na escolha dos livros. Já tinha visto muitas pessoas comentarem sobre a série Lux e depois de ler alguns reviews no Goodreads - que comecei a usar, de verdade, recentemente - fiquei curiosa demais. Assim, peguei-o a noite e não consegui dormir até terminá-lo. E foi uma leitura muito agradável.
— Eu sempre achei que as pessoas mais bonitas, verdadeiramente bonitas por dentro e por fora, são as únicas que silenciosamente desconhecem seu efeito. — Seus olhos procuram os meus atentamente, e por um momento ficamos ali, de igual para igual — Aqueles que vangloriam-se de sua beleza, não valorizam o que tem? Sua beleza está apenas de passagem. É apenas uma concha escondendo nada além de sombras e um vazio.
Quando comecei a ler o livro, como já tinha lido a sinopse, estava esperando algo bem clichê. Afinal, quem nunca leu um livro que a mocinha humana se depara com um ser sobrenatural? Confesso, até, que a vibe me lembrou um pouco Crepúsculo, o que esqueci conforme fui mergulhando na história. Só que fui surpreendida com uma história que tem personagens bem interessantes e suas criaturas sobrenaturais bem inovadoras. 
Parando em uma das mesas vazias, deixei escapar um pequeno suspiro de felicidade. Eu sempre era capaz de me perder na leitura. Os livros eram uma fuga necessária sempre que eu queria parar de pensar.
Um motivo para amar o livro, logo de cara? Katy, a personagem principal. Leitora e blogueira. Estava pedindo para eu amá-la, só pode. Além disso, ela tem muita atitude e não se deixa intimidar momento algum, o que me fez, em muitos momentos, dar pulinhos de orgulho e (cof) soltar uns "arrasou, garota!". Talvez seja porque o livro é narrado por ela, mas foi muito fácil me conectar com ela e com o que ela pensava. 
Depois da cena do macarrão...
Tem também a questão "alienígena", que podemos levar em conta. Não tenha nada contra aliens, contanto que não desejem fazer experimentos com nossos orgãos (ugh). Assim, fui de cabeça bem aberta para como eles seriam tratados nessa história e adorei. Os Luxen são seres de luz, literalmente, sendo que tem capacidade de fazer várias coisas, tais como cura, metamorfosear, ler auras, entre outras. Geralmente eles tem afinidade para ser muito bom em uma (sendo justos, pelo menos). Os Arum, inimigos naturais dos Luxen, são seres de sombra e vieram até a Terra, buscando os Luxe para tirar seus poderes, o que acaba matando-os. Legal, não é? Principalmente se tiver um pouco de criatividade para imaginar os dois (ou assistir muitos shows com aliens, também pode ajudar). 
Então, o idiota tinha um nome. Daemon, parecia adequado. E, claro, sua irmã seria tão atraente quanto ele. Por que não? Bem-vindo a Virginia do Oeste, a terra de modelos perdidos.
Agora, falei o que poderia fazer vocês gostarem de cara. Que tal falar o principal motivo? E deve ser meio óbvio. Daemon. Que personagem masculino dos deuses (do espaço?), sinceramente. Não é só questão do físico perfeito (o que pode ajudar), mas também da personalidade. Claro, ele é um idiota na maior parte do tempo as vezes, mas consegue ser tão sedutor, encantador e apaixonante que não pude fazer nada se não me apaixonar. 

O romance dos dois foi muito bem feito, do meu tipo preferido  - simplesmente  amo casais que tem relacionamento ódio-amor -, principalmente porque foi algo construído e não um amor a primeira vista, como poderia se supor. Faz com que fiquemos ansiosas por mais cenas deles juntos, frustradas com algumas e rindo de outras. Tem coisa melhor? 
— Por que você é tão idiota? — As palavras saíram antes que eu pudesse pensar duas vezes.
— Todo mundo tem que se destacar em alguma coisa, né?
— Bem, você está fazendo um ótimo trabalho. 
image
Tem alguns personagens que vale a pena citar, como Dee, irmã de Daemon, que no começo achei um pouco irritante, mas acabei gostando bastante dela, ao entender melhor sua atitude. Todos os outros Luxen, que são um pouco "revoltados" com Katy, mas no fundo não são tão maus assim. 

Assim, a história toda foi muito bem feita e teve um final bem interessante, deixando-me curiosa para o próximo, o qual só não li porque falei que terminaria primeira temporada de  Grimm primeiro. O livro será lançado aqui no Brasil ano que vem pela Editora Valentina e o que podemos fazer, por agora, é só esperar sair aqui pra fazer uma releitura em português. 
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Autora: Kaoru Ichinose
Sinopse: É o início do ensino médio, e Kako decide "produzir" seu amigo de infância, Kousei, de modo queele pode se tornar um ídolo da escola tendo boa aparência e sendo popular. Ela se indpirou em Lawrence,um personagem de um mangá que ela gosta, mas como transformação Kousei torna-se um enorme sucessoe ele estende seu novo personagem para além do que ela pede, o que Kako vai fazer? Será que ela vai encontrar-se deixada para trás na esteira de sua popularidade recém-encontrada? 
Um mangá que estava incluso na minha meta de férias e que, na falta do que fazer, devorei a história em uma madrugada. Com vários motivos para ter gostado, acho que tive vários surtos fangirls - e quem me tem nas redes sociais, percebeu isso - enquanto lia. 

Bom, sem mais enrolação, começarei falando do porque me prendi tanto na história. Para quem já tem o hábito de ler shoujos, sabe que geralmente tem a história do menino popular que aí, por alguma situação, conhece uma garota aparentemente comum e, a partir disso, tudo muda. Nessa história, não é assim e eu AMEI isso.

Kousei e Kako são amigos de infância, o que dá um plano de fundo muito lindo para a amizade deles. Quando tinha flashbacks de quando eles eram crianças, faltava ter ataque de fofura, porque ambos são tão meigos. Dá pra sentir a amizade deles, o motivo porque fazem tudo que fazem, e isso é o melhor de tudo, nessa história toda. Além disso, os personagens dos dois são muito interessantes, o que já é meio caminho andado. 
Mishounen produce [ Country Bump 1 & 2 c; ]
Se você for esperando romance logo de cara, acho melhor te avisar que não é bem assim. Tem sim, romance, mas senti que a amizade deles, de certa forma, era mais importante e talvez por esse motivo não ficou algo "na cara" logo no começo. Claro, isso não significa que eles não tenham umas cenas que nos façam surtar (porque tem sim, muitas), mas é tudo na base da provocação e nunca temos certeza de nada. 

Outro motivo óbvio para gostar da história: Yagami Kousei. QUE PERSONAGEM MARAVILHOSO. Gostei dele "príncipe", sexy, selvagem (Tarzan feelings) ou como for. Conquistou totalmente e foi o tipo de personagem que não desprezou a mocinha para que ela gostasse dele ou algo assim. Preocupava-se com ela e deixava isso nítido. 
Mishounen Produce  Mishounen Produce
Tem a questão do trabalho dele no showbusiness e acho que mostraram muito bem, apesar de não terem dado 100% de foco. E a suposta rivalidade dele com Tomoe foi uma coisa incrível de se ler, porque depois se mostrou algo com fundamento e não simplesmente "quero te odiar, vamos ser rivais".  Os outros personagens secundários que foram chatinhos também cumpriram bem o papel e com bom sentido. 

Um detalhe que eu não poderia deixar de fora: que arte linda, desse mangá. Sério. Babei, simplesmente. Sou bem exigente quanto a isso, porque se é pra sentir a beleza dos personagens e essas coisas, a arte tem que estar de acordo e, nesse caso, foi isso que aconteceu. 

Li o mangá em inglês por força do hábito, mas tem online aqui e quem procurar, também acha para download. Uma boa história para passar o tempo e ter mais um personagem para se apaixonar, definitivamente. Por isso, totalmente recomendado. 
Share
Tweet
Pin
Share
No comentários
Newer Posts
Older Posts

Sobre a Autora

Estudante de Direito, 20 anos, Mineira.
Leitora desde que se entende por gente, adora fantasia e romance, mas não deixa de lado o suspense e terror. Além disso, assídua por filmes novos e, pra falar a verdade, gosta e vê todo tipo de mídia, de anime, mangá, dorama até gameplay de jogos que ela claramente não vai jogar bem.

Categories

Conto Doramas Filmes Lista Livros Mangás Resenha Série

Leitura do Momento

Seguidores

Classificação

- Muito ruim
- Ruim
- Ok
- Muito bom
- ÓTIMO!
- FAVORITO

PINTEREST

Blog Archive

  • julho 2020 (2)
  • junho 2020 (1)
  • dezembro 2015 (1)
  • outubro 2015 (1)
  • julho 2015 (1)
  • janeiro 2015 (5)
  • dezembro 2014 (3)
  • setembro 2014 (1)
  • agosto 2014 (3)
  • julho 2014 (2)
  • janeiro 2014 (1)
  • dezembro 2013 (1)

IDEIAS/ SUGESTÕES

Nome

E-mail *

Mensagem *

Recomendo

  • Queria Estar Lendo
    TBR de Novembro - [image: TBR de Novembro] Outubro foi um mês muito complicado por causa das eleições. A psicose política não me deixou ter paz, nem mesmo pegar num livro, e...
  • Viagem Literária
    Iluminadas - Lauren Beukes - BEUKES, Lauren. *Iluminadas*. Rio de Janeiro: Editora Intrínseca, 2014. 320p. Titulo original: The Shining Girls. *“Há apenas um número limitado de histór...
  • PS Amo Leitura
    Resenha | Uma razão para acreditar, de Rebecca Yarros - O quanto você estaria disposta a mudar completamente a sua vida e fazer o possível para acolher duas crianças? [image: rebecca yarros] -------------------...
  • Coruja Geek
    Pequenos Momentos que Tornam os Dias Mais Bonitos - Oi gente, como vocês estão? Aqui em Santa Catarina, como em muitos lugares, continua chovendo... O post Pequenos Momentos que Tornam os Dias Mais Bonitos...
  • Moonlight Books
    [Resenha] O Gato do Adeus - *O Gato do AdeusTítulo Original: The Goodbye CatAutor(a): Hiro ArikawaEditora: Alfaguara Páginas: 240* *Lançamento: 2025 Drama...
  • Livros – Resenhando Sonhos
    Em Busca de Mim – Viola Davis - A autobiografia de Viola Davis tem edição pela BestSeller, um selo da Record, desde 2024. Sobre o Livro Antes de ser uma atriz mundialmente conhecida e p...
  • Seguindo o Coelho Branco
    Resenha: A garota de neve | Miren Triggs #1 - *Autor:* Javier Castillo | *Editora:* Suma | *Número de Páginas:* 414 (ebook) | *Ano:* 2024 *Tradutor: *Alberto Almeida *Nota: *4 1º livro da série M...
  • Meow Books
    RESENHA: Todas as Suas (Im)Perfeições, de Colleen Hoover. - Saiba a minha opinião sobre o livro Todas as Suas (Im)Perfeições, de Colleen Hoover. O post RESENHA: Todas as Suas (Im)Perfeições, de Colleen Hoover. apa...
  • Prefácio
    E isso é um adeus... - Serie - Anne With an E Silvana Esse é um post que eu não queria estar escrevendo, mas infelizmente tudo nessa vida tem um início e um fim e depois de d...
  • Fome de Livros
    Resenha - Heartstopper Vol 1 e 2 - Título: Heartstopper - Dois Garotos, Um encontro Título: Heartstopper - Minha Pessoa Favorita Original\Série: Heartstopper Autor: Alice Oseman Editora: Seg...
  • Livros & Citações
    Netflix vai adaptar “Um Dia” - A Netflix anunciou uma nova adaptação de Um Dia, livro escrito por David Nicholls. A ideia é transformar a história em uma série de tv. O livro já foi ad...
  • Blog Quarto Geek
    G.I. Joe Origins – O treinamento ninja de Snake Eyes - A Paramount Pictures lançou dois novos trailers com a estrela do filme Snake Eyes: G.I. Joe Origins – Henry Golding, que seria o antecessor do filme G.I. J...
  • Meu Vício em Livros
    Esplêndida, Trilogia Damas Rebeldes Livro 1 de Julia Quinn @EditoraArqueiro - “Um livro leve e de narrativa ágil, com um delicioso toque de humor.” – RT Book Reviews. Esplêndida é o romance de estreia de Julia Quinn e inaugura a ...
  • SkullGeek
    [RESENHA] A HORA DO LOBISOMEM, DE STEPHEN KING - Nascido de uma aposta feita a Stephen King em que ele deveria escrever uma história em que cada capítulo fosse baseado em um dos meses do ano, limitado p...
  • Feed Your Head
    Na Janela: Jornadas Antirracistas - Olá! Nos dias 26, 27 e 28 de junho, seis bate-papos e uma intervenção poética colocam em foco um debate premente para a construção de uma democraci...
  • Comentários sobre: 5 Filmes para quem gosta de romances clichês
    Por: Alessandra Rocha - Amo filme Casa comigo?, mais O melhor amigo da noiva é o meu preferido e juro que é so pelo Patrick Dempsey kkkkkk,lindo demais
  • Doce Sabor dos Livros
    Livro inédito de Fabrício Carpinejar será publicado sem edição - Ah! Quem nunca leu um pequeno textinho cheio de poesia nas redes sociais e quando foi em busca da assinatura, viu que se tratava de um tal de Carpinejar? ...
  • Livros e Rabiscos
    Eu aqui de novo! :p - Oi gente! Eu não voltei hoje pra me explicar todo de novo, porque como já disse antes, as resenhas sairão quando puderem sair, tendo intervalos de dias, s...
Mostrar 5 Mostrar todos

Created with by ThemeXpose | Distributed by Blogger Templates