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Efêmero Refugio

Como gostaria sempre de trazer um pouco do que li para cá, pensei em, mesmo que brevemente, comentar as leituras da semana e, para isso, aqui estamos! Como eu só tive a ideia ontem, irei mencionar aquelas concluídas desde o dia 29 de junho, pois li alguns livros SENSACIONAIS!

Qualquer outro lugar | Amazon.com.br
"Você abriu a caixa de Pandora dentro de mim. Libertou a imaginação e as emoções de um homem mortal. (...) Por mais que eu rejeite qualquer característica humana, Alyssa, não ousaria me fechar pra isso. Pois significaria perder você".
O desfecho da trilogia Splintered, do qual eu havia feito a resenha dos dois primeiros e você pode encontrá-la aqui no blog, foi uma coisa maravilhosa de se ler, ainda mais considerando que fazia bastante tempo que eu tinha lido os dois primeiros e, MESMO ASSIM, eu me totalmente encantada pelo universo criado pela autora. A criatividade pra desenvolver personagens malucos, ambientações e vestimentas que só com o melhor da nossa imaginação conseguiríamos chegar lá. É tudo tão incrível quanto os personagens, que nos faz sentir aquele calor no peito, como um reencontro de velhos amigos. E, o melhor de tudo? FOI UM DESFECHO INCRÍVEL. O final perfeito, em minha opinião. 


NOTA: 

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UMA HISTÓRIA DA SÉRIE JOGOS VORAZES.AMBIÇÃO O ALIMENTARÁ. COMPETIÇÃO O CONDUZIRÁ. MAS O PODER TEM O SEU PREÇO. É a manhã do dia da colheita que iniciará a décima edição dos Jogos Vorazes. Na Capital, o jovem de dezoito anos Coriolanus Snow se prepara para sua oportunidade de glória como um mentor dos Jogos. A outrora importante casa Snow passa por tempos difíceis e o destino dela depende da pequena chance de Coriolanus ser capaz de encantar, enganar e manipular seus colegas estudantes para conseguir mentorar o tributo vencedor. A sorte não está a favor dele. A ele foi dada a tarefa humilhante de mentorar a garota tributo do Distrito 12, o pior dos piores. Os destinos dos dois estão agora interligados – toda escolha que Coriolanus fizer pode significar sucesso ou fracasso, triunfo ou ruína. Na arena, a batalha será mortal. Fora da arena, Coriolanus começa a se apegar a já condenada garota tributo... e deverá pesar a necessidade de seguir as regras e o desejo de sobreviver custe o que custar.
Fonte
Como percebe-se da sinopse, é um livro que passa muito antes da história da trilogia de Jogos Vorazes e, neste livro, entendemos melhor a formação de Panem conforme fomos apresentados e também questões muito relevantes sobre ordem, estado e guerra. A história é extremamente envolvente, o que me surpreendeu muito, porque, mesmo sabendo o que o Snow se tornaria, não conseguia parar de pensar em como ele agiria, que fim as coisas teriam. 

Além disso, as referências e origens dos Jogos Vorazes são incríveis, dando uma vontade enorme de reler a maravilhosa saga escrita por Suzanne Collins. Até mesmo do surgimento de algumas músicas, tais como a seguinte:

NOTA:

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Em A Espada do Verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina.
Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin — tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking.
Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.
Fonte
Estava precisando de uma leitura mais leve e, por isso, escolhi Magnus Chase. Como uma fissurada pelo universo criado pelo Rick Riordan, não podia esperar algo diferente da leitura leve, engraçada e agradável que o livro proporcionou, nos envolvendo com mitologias e personagens muito identificáveis. Além disso, fiquei positivamente surpresa com a delicadeza e inteligência com que o autor tratou de assuntos muito importantes, sem torná-los deslocados ou excessivos. 

Nota: 

– O mundo tentou esmagá-la – digo, agora com um tom mais gentil. – E você se recusou a se estilhaçar. Venceu cada um dos obstáculos e saiu uma pessoa mais forte, ressurgindo das cinzas e deixando todos à sua volta impressionados. E vai continuar surpreendendo e confundindo aqueles que a subestimam. É inevitável. Mesmo assim, você deve estar preparada e deve saber que ser líder é uma ocupação ingrata. Poucas pessoas demonstrarão qualquer sinal de gratidão pelo que você faz ou pelas mudanças que implementa. Elas têm memória curta… Aliás, elas têm memórias que surgem de acordo com a conveniência. Qualquer nível de sucesso que você alcançar será escrutinizado. Suas conquistas serão deixadas de lado, só servirão para gerar mais expectativas naqueles à sua volta. Seu poder acaba afastando-a dos amigos. – Desvio o olhar, nego com a cabeça. – Você vai se sentir sozinha. Perdida. Vai desejar a aprovação daqueles que no passado admirou, pode agonizar entre agradar velhos amigos e fazer o que é certo. – Ergo o rosto, sinto o coração inchar de orgulho enquanto olho para ela. – Mas você não deve nunca, nunca mesmo, deixar os idiotas a influenciarem. Isso só vai fazê-la se perder.
Esse é o quarto livro da série Estilhaça-me, a qual recomendo muito, por ser muito envolvente e ter um plano de fundo de ficção científica e distopia, com personagens incríveis. Àqueles que nunca ouviram falar desta série, segue a sinopse do primeiro (retirada do site da Amazon):
Juliette nunca se sentiu como uma pessoa normal. Nunca foi como as outras meninas de sua idade. O motivo: ela não podia tocar ninguém. Seu toque era capaz de ferir e até matar. Durante anos, Juliette feriu e, segundo seus pais, arruinou o que estava à sua volta com um simples toque, o que a levou a ser presa numa cela. Todo dia era escuro e igual para Juliette até a chegada de um companheiro de cela, Adam. Dentro do cubículo escuro, Juliette não tinha notícias do mundo lá fora. Adam ia atualizando-a de tudo. Juliette não entendeu bem o que estava acontecendo quando foi retirada daquela cela e supostamente libertada, ao lado de Adam, e se vê em uma encruzilhada, com a possibilidade de retomar sua vida, mas por caminhos tortuosos e totalmente desconhecidos. "Estilhaça-me" é fantástico, prende o leitor até a última página com uma história surreal que mistura amor, medo, aventura, mistério e traz um desfecho surpreendente. 
Não é possível dizer muito sobre este livro, sem dar muitos spoilers sobre os anteriores, tanto que eu acreditava que a série havia terminado no terceiro e, só depois, fui descobrir que a autora continuaria a história. No entanto, foi muito interessante como se desenvolveu o enredo, a ambientação e um pós-conflito que não estamos tão acostumados a imaginar. Alguns poderiam até achar que o livro foi um pouco parado, comparado aos demais, mas entendi a importância do que nos foi apresentado, o que validou completamente a história. 
A escrita da autora é totalmente envolvente e extremamente viciante (não consegui parar até terminar) e no final, eu fiquei tão estupefata com tudo que não soube nem como reagir. 

via GIPHY

Nota: 

E, por esse motivo, a leitura seguinte seria justamente a continuação. Claro que, sabendo a angústia e a situação o que o livro anterior havia me causado, decidi dar uma pausa, pois sabia que iria sofrer (MUITO) com o que estava por vir. E, por esse mesmo motivo, claro, a próxima leitura será a continuação deste livro MARAVILHOSO, Desafia-me, o qual ainda não comecei, pelos motivos já descritos. 

E vocês, já leram algum desses livros? O que acharam? Aproveitando bem, também, a própria quarentena? 

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E como é vivo sempre aparece (e nem sempre vivo, como na série em questão) aqui estou, para fazer uma breve recomendação de uma série bem antiga — esteve ao ar de 1997 até 2003, ou seja, muitos de nós não estávamos nem nascidos — mas que merece todo o destaque do mundo, porque é simplesmente sensacional... Isso mesmo: BUFFY, A CAÇA VAMPIROS! 
Buffy the Vampire Slayer cover S12 #4 by StevenJamesMorris on DeviantArt
Fonte
Talvez você até não tenha visto, mas é praticamente impossível não ter lido ou assistido alguma citação ou menção a respeito de Buffy, ainda mais quando se trata de histórias de vampiros, porque esse seriado americano é simplesmente um CLÁSSICO DA TELEVISÃO e não perde o seu sentido até hoje. 

SINOPSE & INFO
Buffy Summers (Sarah Michelle Gellar), uma adolescente de 15 anos, descobre logo cedo que não é uma garota comum. Ela é uma Caça-Vampiros, uma das escolhidas para lutar contra o mal e proteger o mundo de monstros. Com os amigos Willow (Alyson Hannigan) e Xander (Nicholas Brendon), e seu Guardião Giles (Anthony Head), ela vai enfrentar os perigos dos vampiros e demônios enquanto tenta sobreviver ao Ensino Médio. 
7 TEMPORADAS //144 EPISÓDIOS
Fonte
A série teve origem um uma HQ, contando com um filme lançado em 1992, mas o auge da história foi mesmo quando foi para televisão. E, ah, meus amigos, lá realmente tinha de tudo um pouco: era extremamente divertido, com personagens que conseguíamos nos identificar e gostar bastante; tinha o seu toque de terror, com um episódio que recebeu prêmio justamente por conseguir alcançar sua finalidade aterrorizadora; já contava com seus momentos girl power, o que era incrível para época, com personagens femininas super badass e empoderadas;e casais para shipparmos, torcermos e, claro, sofrermos.

Preciso falar mais? Pra quem gosta de um plano de fundo de vampiros, com certeza é uma excelente pedida, mas mesmo para quem quer passar um tempo espairecendo com uma série engraçada e levemente aterrorizante, é uma ótima escolha. 

E vocês, já assistiram? Qual era seu personagem favorito? Eu amava a Willow, com certeza absoluta e shippava, totalmente, a Buffy com o Angel. 


"Meu rosto quando algum amigo meu me diz que nunca assistiu Buffy, a Caça Vampiros"
Fonte

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Era uma vez uma jovem garota que sempre gostara de ler — ao menos era o que os pais dela contavam ao narrar, pela milésima vez como ela se agarrava aos livros expostos na fila do supermercado — e, por algum motivo, também gostava de escrever, especialmente sobre aqueles próprios livros que ela lia. Adorava conhecer novas histórias, então quando conhecia novas formas de contar, sempre adorava, caso fosse algo bem feito, claro. Por isso, nas suas fases de anime, de novelas coreanas até a rever coisas da época do seu nascimento — como Buffy, a caça vampiros — sempre sentia a necessidade de compartilhar com alguém...

Coincidência ou (claro que) não, essa é a história da autora que vos escreve. E resume muito bem o que significa compartilhar ideias, sugestões e opiniões sobre esses temas mais diversos. 

Por muito tempo, em razão de acúmulo de faculdade, estágio e vida social (uma grande novidade na minha vida), algo que sempre gostei muito foi sendo deixado de lado e, mesmo que eu sentisse falta, às vezes me sentia cansada demais para simplesmente ter a força de vontade necessária para atender isso. 

Contudo, o grande acontecimento do século, enquanto uma fatídica calamidade pública, permitiu um tempo de introspecção mais intenso, assim como da magnífica ideia de comprar um Kindle (MELHOR COMPRA DA VIDA). A leitura se tornou mais constante e, a todo momento que eu conseguia, estava ali, lendo, nem que fosse algumas páginas de um romance. E foi crescendo aquele sentimento, aquela vontade de falar com pessoas que lessem também, compartilhar minhas opiniões, textos e, enfim, o que desse vontade, tudo isso sem muito compromisso.

E é para isso que estou aqui! Claro que, por mais que não possa dizer que irei ser uma autora super assídua, pois os compromissos do cotidiano não deixam de existir e, se tudo der certo, logo retomarão os trilhos, farei o possível para garantir um conteúdo de qualidade e com frequência, sem abandonar o blog. 
EIS O CONTEXTO! 
E o nome, Vitória? Por que Efêmero Refúgio? Talvez seja até um tanto quanto óbvio demais, mas na leitura e nos momentos em que divergimos sobre ela, sobre aquele último livro, ali vemos um refúgio, mesmo que momentâneo, um momento de paz, ainda que seja um livro cheio de emoções e guerras, pois os livros sempre foram um lugar seguro. 

Desta forma, tentarei agregar nesse sentido, possibilitando diversas ideias de refúgios, para que nunca fiquemos sem ter onde descansar nossos corações, mesmo que por alguns instantes. 

ALGUMAS OBSERVAÇÕES

via GIPHY

Como vocês devem ter observado, existem algumas postagens de 2014. Eu as exportei de blogs anteriores, justamente porque achei que combinavam com a ideia do que pretendo fazer aqui. 
Achei bastante cabível. 

Claro que vocês vão perceber que a minha escrita está bem diferente, porque na época eu tinha 14/15 anos, enquanto agora eu tenho 20, mas o coração é da mesma donzela. Pra falar a verdade, acho que na época eu era até mais divertida, mas essa é uma coisa que pretendo trabalhar e desenvolver com o tempo.


Espero que àqueles que passem a acompanhar o blog, gostem do conteúdo, pois farei tudo com muito amor e carinho. 

Um abraço e um beijo 😘


  
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AVISO! Essa é uma resenha em que me declaro amante de uma mariposa
Aos que me conhecem, não entrem em pânico. Não é o inseto de verdade, obviamente. No dia que eu deixar de sentir medo desses seres perseguidores e horripilantes, podem saber: algo está errado. No caso, foi sobre um personagem. Mas aposto que tinham adivinhado isso...

Sem mais enrolações, vim falar de Splintered, uma série (trilogia, saga?) cujos livros li faz um tempinho, só que o encanto foi tão grande que até hoje, após algumas leituras, não consigo me esquecer dos personagens, nem do mundo criado por A.G. Howard. Não fazem ideias de qual livro estou falando? Tenho certeza que em algum momento, em uma livraria (ou no supermercado, como no meu caso) tinha aquele livro com uma capa TCHAN e justamente... As capas são lindas, como vocês podem ver.
Li ambos da imagem acima, assim como A Mariposa no Espelho, que seria uma história avulsa situada entre os acontecimentos dos dois livros. De qualquer forma, como essa resenha será até Atrás do Espelho, tomarei todo o cuidado possível para não soltar nenhum spoiler, mas não posso garantir totalmente, então, estejam cientes, ok?

A história utiliza-se do universo de Carroll. Não é nada super novo, porque tenho certeza que já leram outras histórias com a mesma ideia (e tem aquele filme, que foi bem incrível nisso também). Porém, o que fez com que a história se tornasse tão maravilhosa foi que parecia o contrário. Que todo esse universo veio primeiro e a Alice que conhecemos, veio depois. E eis aí a mágica..

Na história, há um contraste claro entre dois tipos de seres. Os humanos, que nem por isso são bonzinhos, sendo que a própria Alyssa, a mocinha do livro, não é uma santa e toma certas atitudes pouco éticas. E os seres do Pais das Maravilhas. E esses, meus amigos e amigas, foram impressionantes. Eram quem eram, felizes assim e sem intenção de mudar. Impiedosos, instintivos e muito espertos. 
Ok, talvez seja melhor começar apresentando os personagens. Há Alyssa, a "mocinha". De alguma forma, esse termo me incomoda quando aplicado a ela, justamente por ela ter tomado umas atitudes que a tiram daquele esteriótipo personagem-honrada-perfeita-não-faz-nada-errado. E, de certa forma, ela me conquistou dessa forma. E a transformação que passa é bem clara, de uma garota confusa e perdida para uma mulher bem decidida. 
“Ás vezes penso que não estou sozinha em minha própria cabeça, que há parte de outra pessoa lá dentro, alguém que me incita a seguir além dos limites.”
Além disso, tem Jeb. O elfo foi referência a ele, porque foi minha esperança durante todo esses livros, para ver se ele se tornava mais cativante. Não que ele não fosse um amorzinho. Porque ele era, totalmente. Só que meio a tanta magia, tanta coisa impressionante, ele foi, para mim, um pouco ofuscado. Admiro-o como pessoa por suas atitudes, porém não o suficiente para ficar torcendo para ele.

Enquanto isso, aparece Morfeu... E, queridos, esse sim foi impressionante. Não foi nada a primeira vista. Ele é bem irritante e manipulador em certas situações, o que me deixou bem com vontade de dar uns tapas na cara dele para ver se virava gente —  o que não ia funcionar, porque ele não é gente. Só que Morfeu acaba crescendo dentro de nós. Aos poucos. Ocupando seu espaço. E quando li A Mariposa do Espelho, o encanto se concretizou de vez.


Em O Lado Mais Sombrio, somos introduzidos a esse mundo de forma mais sutil, preparando-nos, encantando-nos. Algumas pontas parecem ficar soltas, mas nada que comprometa a leitura. O final é um baita de um plot twist inesperado, já que, com exceção de certas pistas indecifráveis, não haveria modo de adivinhar o que estava por vir (e amei cada segundo disso). 

Já Atrás do Espelho... Foi o que me arrebatou de vez. Já conhecemos o País das Maravilhas, seus personagens e o funcionamento do lugar, então essas sutilezas puderam ser deixadas de lado para finalmente embarcarmos em uma aventura incrível. Todo personagem existe ali por algum motivo. Até mesmo os pais de Alyssa tem uma função de verdade na história, não estando lá só para existir. E, cara, que função!

Estou aguardando ansiosamente a oportunidade de ler o terceiro livro para saber o que aconteceu, pois o final me deixou bem aflita. Ah! E nessa leitura, tive até uma playlist. Ouvi acompanhada, em sua maior parte, de The Weeknd, mas duas músicas se destacam quanto a me lembrar da história: High for This e Wicked Games. Compensa totalmente parar pra ouvir! Assim como tirar um tempinho para ler essa história impressionante. 

"Eu sou louca, e aceito isso. A loucura faz parte do meu legado."

Classificação:  
Sinopse: Alyssa Gardner ouve os pensamentos das plantas e animais. Por enquanto ela consegue esconder as alucinações, mas já conhece o seu destino: terminará num sanatório como sua mãe. A insanidade faz parte da família desde que a sua tataravó, Alice Liddell, falava a Lewis Carroll sobre os seus estranhos sonhos, inspirando-o a escrever o clássico Alice no País das Maravilhas.
Mas talvez ela não seja louca. E talvez as histórias de Carroll não sejam tão fantasiosas quanto possam parecer.
Para quebrar a maldição da loucura na família, Alyssa precisa entrar na toca do coelho e consertar alguns erros cometidos no País das Maravilhas, um lugar repleto de seres estranhos com intenções não reveladas. Alyssa leva consigo o seu amigo da vida real - o superprotetor Jeb -, mas, assim que a jornada começa, ela se vê dividida entre a sensatez deste e a magia perigosa e encantadora de Morfeu, o seu guia no País das Maravilhas.
Ninguém é o que parece no País das Maravilhas. Nem mesmo Alyssa...  
Editora: Novo Conceito  
Skoob


PS: A vibe meio "Alice louca" me lembrou de um jogo, Alice Madness Returns. Vale conferir também. Já parei para jogar uma vez, porém sou tão ruim que desisti no meio do caminho. 
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Era uma vez, uma jovem garota em busca de um livro para ler e que, coincidentemente, achou um livro chamado Meu Romeu. Começou a lê-lo sem muitas expectativas, já que não sabia nada sobre a história, mas se surpreendeu e quando viu, foi capturada completamente e só conseguiu parar ao terminá-lo. 

Basicamente esse é o resumo do que aconteceu. Poderia terminar por aí, mas o livro é simplesmente incrível e senti uma necessidade forte de resenhá-lo. Apesar de não fugir de um clichê e, como o próprio nome indica, ser um romance, a história é surpreendentemente envolvente e... É "wow", mesmo assim. 
Quero atuar porque não sei realmente quem eu sou, então sinto alívio em ser outras pessoas.
Essa foi a resposta de Cassie quando foi perguntada o motivo de gostar de atuar, ao passar por um processo de seleção para uma faculdade renomada. Já dá pra ter uma ideia que é um tipo de personagem bastante identificável, por vários motivos. O modo como ela tenta se adaptar a um ambiente, como tenta agradar a todos, faz com que seja uma personagem extremamente simpática, apesar de, inicialmente, parecer irritante.

No entanto, ela não é só isso. Tem um quê especial que a diferencia daquelas personagens songas, sem sal e sem um pingo de personalidade que é bem comum encontrarmos. Apesar da tendência de agradar ser mais forte em alguns momentos, quando o assunto é Ethan, isso parece sumir completamente e ela se torna cheia de opinião. Além disso, a garota é bem direta nas suas vontades, se é que me entendem, e achei bem divertido como ela não faz drama sobre o que quer. 
Às vezes as pessoas constroem muros, não apenas para manter os outros fora, mas para ver quem se importaria o bastante para destruí-los. Entendeu?
Aproveitando que o citei, vamos falar do mocinho... Ethan Holt. Ele é o cara lindo, maravilhoso, perfeito e, como não pode faltar, cheio de complicações e traumas do passado. Apesar dele ter uma personalidade bem complicada — quando digo isso, estou sendo eufêmica — consegue nos conquistar ao pouco, tanto que, ao final, entendemos e queremos envolvê-lo com um abraço bem forte e pegar pra cuidar pra sempre. Claro, os vai-e-vem são irritantes, sim, mas desde o inicio ele avisou e isso meio que não prepara o nosso coração. 

Sobre o relacionamento deles... Apesar de parecer um pouco assim:
Consegue nos convencer, de verdade. Eles se completam e são cheios de intensidade, não só física quanto emocional. Ele a faz a querer mais. Ela o impulsiona a se abrir. É um relacionamento com algumas conturbações e não necessariamente de um casal perfeito, mas ainda assim, parecem feitos um para o outro. 
Pode nos juntar todos numa pilha inútil, hein? Quer mesmo viver num mundo sem cores? Sem música? Sem entretenimento? Você percebe que a raça humana teria implodido se isso tivesse acontecido, né? Cada cultura no mundo tem arte. Todas elas. Sem isso, os humanos seriam um bando de psicóticos primitivos cuja única compulsão seria comer, trepar e matar. Mas arte não tem importância, né?
Além do romance em si, achei incrível como a arte, a atuação, são tratadas. Não sou uma assídua com teatros, nem nada do tipo, mas acho extraordinário. E esse trecho que separei é simplesmente tão... Excepcional. Quase me faltaram palavras para descrever. Posso ser suspeita para falar, mas acho que seria aconteceria justamente o que Ethan disse. Ainda que a ciência traga o desenvolvimento, a arte mantém nossa sanidade (filosofei, nossa). 

O livro é super fluído e varia entre o presente e o passado, o que vai explicando um pouco o relacionamento dos dois. Os outros personagens são bem interessantes, servem aos papeis, mas são realmente o que são: coadjuvantes da peça principal que é Ethan e Cassie. Para terem noção do quanto a leitura me prendeu, mesmo com sono, eu quase não consegui largar o livro e, quando o fiz, foi a contra gosto, porque tinha que acordar cedo algumas horas depois. 

O final foi bem... É, normal. Descobri, antes de terminar, que eram dois livros que contavam a história e, por como terminou, acho que daria muito bem se colocassem em um livro só. No entanto, quem sou eu para reclamar? Estou louca para ler Minha Julieta, onde os papeis, ISSO MESMO, vão se inverter. Agora é só esperar e sofrer ter muito amor no coração enquanto isso. 

Classificação: 

Sinopse: Cassie está prestes a realizar o grande sonho: estrelar um espetáculo na Broadway. O que ela não esperava era ter que enfrentar o reencontro com o ex-namorado, que será novamente protagonista ao seu lado, em uma peça cheia de romance e cenas quentes. Trabalhar com Ethan traz o passado à tona, e lembra a Cassie que o que existe entre eles vai muito além de simples química. 
Editora: Globo Livros   
Skoob  
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Um filme que todo mundo estava esperando ansiosamente ou, pelo menos, com um pouco de curiosidade. Afinal, quem nunca assistiu Jurassic Park? (Conheço pessoas, mas vamos levar em conta a maioria). E ver dinossauros em 3D, com todos os efeitos maravilhosos que a modernidade pode oferecer... Não tem preço, não é? (Só o do bilhete do cinema).

Ainda assim, confesso que não estava lá muito animada quando combinei com meus amigos de ir ver o filme. O motivo? Senta que lá vem história... Sempre fiquei um pouco animada assistindo aos filmes de Jurassic Park, porque meio que entrava na história, empolgava com as fugas e morria do coração com cada susto. A situação era tão acentuada que sonhos de dinossauros não eram incomuns (mesmo meses depois de ter visto algum filme). Caso estejam se perguntando, foi tudo tranquilo dessa vez, apesar de eu ter ganhado alguns "fica quieta, Vitória" nos momentos mais tensos. Só que o filme passa numa vibe bem tranquila e é por aí que eu queria começar...
jurassic world indominus rex - Szukaj w Google
Booh! Te assustei?
Para quem estiver esperando um filme com dinossauros toda hora, aquela mesma ação, emoção e tensão, recomendo que diminua um pouco tais expectativas. Tem sim uma quantidade considerável delas, alguma das quais quase quebrei minha garrafa no meio, mas boa parte é mais da interação dos personagens e mostrando o Jurassic World. As cenas do parque eram incríveis, porque a fotografia do filme estava linda e os gráficos ainda mais. Não fui totalmente fã de como guiaram todo o drama familiar, mas nada contra, também. 

Uma outra coisa que me incomodou um pouco foi a distinção entre Claire e Owen. Não sei se foi a atriz, ou o roteiro da personagem, mas Claire não me fez sentir nem um pouco de empatia. Foi perceptível a tentativa de mostrar um amadurecimento emocional, mas pareceu forçado demais e parecia mais que só tinham a colocado ali para causar problemas e ser o par romântico de Owen. E, obviamente, correr mais rápido que um dinossauro USANDO SALTO ALTO. Enquanto isso, Owen foi todo carismático, heroico, treinando dinossauros (algo que chamou bastante atenção) e tudo que ele fazia parecia certo. Por que essa diferença me incomodou tanto? Acredito que possam imaginar.
Chris Pratt | via Tumblr
Ainda assim, acho Chris Pratt fabuloso. O homem é demais!
De uma forma geral, a história foi interessante, apesar de uma certa enrolação no inicio, tudo pareceu fluir bastante depois. Achei um máximo a participação de alguns atores, como a Katie McGrath (Morgana ♥) e o Jake Johnson (quase parecendo com o Nick). E o final... O final foi incrível, quase gritei de animação com o que aconteceu. Enfim, Jurassic World é um filme que se você está indo pela emoção de belos gráficos em 3D, vale totalmente a pena. Só cuidado com os sonhos depois, ok? Não diga que eu não avisei.

Ainda acho que preferia ter assistido Minions.
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Mentirosos - Saraiva
Autor: E. Lockhart 
Editora: Seguinte 
Páginas: 272 
Sinopse: Os Sinclair são uma família rica e renomada, que se recusa a admitir que está em decadência e se agarra a todo custo às tradições. Assim, todo ano o patriarca, suas três filhas e seus respectivos filhos passam as férias de verão em sua ilha particular. Cadence - neta primogênita e principal herdeira -, seus primos Johnny e Mirren e o amigo Gat são inseparáveis desde pequenos, e juntos formam um grupo chamado Mentirosos.
Durante o verão de seus quinze anos, as férias idílicas de Cadence são interrompidas quando a garota sofre um estranho acidente. Ela passa os próximos dois anos em um período conturbado, com amnésia, depressão, fortes dores de cabeça e muitos analgésicos. Toda a família a trata com extremo cuidado e se recusa a dar mais detalhes sobre o ocorrido… até que Cadence finalmente volta à ilha para juntar as lembranças do que realmente aconteceu.
Com a enorme quantidade de pessoas lendo esse livro, fiquei curiosa e decidi lê-lo, sem noção de nada. E foi bem diferente do que eu esperava, justamente por essa falta de expectativa e pela surpresa em relação a história, o rumo que tomou. Assim, decidi falar o que achei dele, mesmo tendo ficado sem palavras para descrever essa leitura.
Bem-vindo, mais uma vez, à bela família Sinclair.
Acreditamos em exercícios ao ar livre. Acreditamos que o tempo cura.
Acreditamos, embora não digamos de maneira tão explícita, em remédios controlados e drinques antes do jantar.
Não discutimos nossos problemas em restaurantes. Não acreditamos em demonstrações públicas de angústia. Nosso lábio superior é rígido e é possível que as pessoas fiquem curiosas a nosso respeito porque não abrimos o nosso coração.
Uma das coisas que mais me fez chocar com o livro foi a “perfeição” da familia Sinclair e como, aos poucos, ela foi fragmentada com um fundo que levou a muito mais tragédia do que o leitor poderia esperar. A melhor prova disso? A protagonista, que parece tão quebrada como se algo faltasse, e, de certa forma, não entendemos o motivo, aumentando nossa angustia com essa situação.

Quanto a esse desenrolar, somos apresentados as memórias e quando achamos que finalmente compreendemos o enredo, algo novo surge e a quantidade de questionamentos aumenta, até que, aos poucos, os acontecimentos se interligam, explicando-se e solucionando-se.
Johnny é estalo, iniciativa e sarcasmo.
Mirren é açúcar, curiosidade e chuva.
Gat é contemplação e entusiasmo. Ambição e café forte.
Os mentirosos, em si, são personagens que valem pela história toda. Vivem, durante o verão, como se estivessem alheios ao resto do mundo, aproveitando bastante. Cada um com uma personalidade, cada um tendo um elo com Cadence, o que os torna ainda mais próximos do leitor. Adorei como todos os relacionamentos foram bem desenvolvidos e realistas, fazendo com que a situação se tornasse ainda mais verdadeira.

Quanto aos outros personagens, principalmente da família Sinclair, são tão humanos quanto qualquer um, por mais que tentassem mostrar uma figura de perfeição. As consequências do materialismo excessivo e dessa vida “ideal” deixa marca em todos, ainda, de certa forma, tornando-os pessoas melhores. 
Aja como uma pessoa normal, ela disse. Agora mesmo.
Porque você é. Porque você pode ser.
Com uma leitura fluída e bem rápida, deixando-nos angustiados para entender  o acidente e aquele verão misterioso, o final de Mentirosos foi o que mais me deixou sem palavras. Não poderia imaginar. Não estava pronta para aceitar aquela verdade, mas nem Cadence estava, então consegui sentir-me bem no lugar dela.
Deu para ver que gostei do livro, não é? Sim, sou muito mais uma leitura leve e agradável, da onde vou sair mais com risadas do que com o coração pesado, mas acho que valeu a pena e se você gosta desse tipo de história, grandes chances de gostar desse livro também. 
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Sobre a Autora

Estudante de Direito, 20 anos, Mineira.
Leitora desde que se entende por gente, adora fantasia e romance, mas não deixa de lado o suspense e terror. Além disso, assídua por filmes novos e, pra falar a verdade, gosta e vê todo tipo de mídia, de anime, mangá, dorama até gameplay de jogos que ela claramente não vai jogar bem.

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    Na Janela: Jornadas Antirracistas - Olá! Nos dias 26, 27 e 28 de junho, seis bate-papos e uma intervenção poética colocam em foco um debate premente para a construção de uma democraci...
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